29/05/2011

Unknown (2011)

Sim. Liam Neeson é sempre bom de ver



Assassino? Cientista? Eis a questão.
Um enredo interessante, uma January Jones sempre linda de se ver, mas aqui pouco actriz. Diane Kruger uma personagem de acção que deveria - ela sim - ter sido escolhida como assassina profissional.
O twist do filme... fracote.

Um bom filme para um domingo à tarde.

Last Night (2010)

O meu resumo: Amor. Traição. Sexo. Cumplicidade. Casamento. Provocação. Confiança. Tentação. Amizade. Ilusão. Ausência. Desejo. Culpa.



ADOREI TUDO

E afinal de contas: quem é que no seu perfeito juízo, resistiria a Eva Mendes.

28/05/2011

Water for Elephants (2011)

Nada de inovador é um típico romance a três.
Um destaque para a fotografia de Rodrigo Prieto e os cenários criados por Jim Erickson












Para as meninas: Robert Pattinson - safa-se muito bem e não sei porquê, mas o sorriso do rapaz enche a tela de uma maneira que não consigo explicar. Fica iluminada.

Para os meninos: a "elefanta" Rosie tira o protagonismo a Reese Witherspoon - mas esta anda por la (no circo) a passear de maillot. Mas a Rosie anda nua... Who wins?

SPOILER: se acham que Robert como vampiro levava muita pancada, quero partilhar convosco que, como veterinário também leva umas valentes cargas

23/05/2011

Big Love

No top das coisas que mais gosto em televisão está a série Big Love. Reformulando, “gostei mais”. Porquê o uso do verbo no passado – porque a série terminou depois de 5 fabulosas seasons.


O que me faz gostar desta série.
- é uma crítica ao sistema político e social – por vezes tão pudico, enganador e oco dos EUA.
- somos envolvidos de tal forma no enredo que quase ficamos a pertencer a uma família muito peculiar
- Chlöe Sevigny e Jeanne Tripplehorn com interpretações geniais.
- Bill Paxton sem muito esforço, consegue provar como é/tem sido subaproveitado no “circuito hollywoodesco”.
- a repulsa e ao mesmo tempo o fascínio por uma cultura / religião que tão pouco sabemos e que tantas vezes julgamos somente por aparências.
Sempre que via ou revejo um episódio, sinto uma confortável sensação de que noutra encarnação já fui polígama. Se não fui… deixo a promessa - vou ser.

03/05/2011

Sons of Anarchy

Gosto de filmes ou séries que me suscitem o desejo de ser “bad girl” . Gosto de gostar (perdoem-me a redundância) dos maus da fita. Sim, o grupo de SAMCRO não é propriamente um modelo de virtudes, são assassinos, traficantes e exímios vigaristas. Mas são acima de tudo: humanos.


Perdoem-me pelo facto de gostar de quase tudo onde Ron Perlman entra – que actor fabulosamente feio. E Katey Sagal, a “Rainha Gemma” como é GRANDE e como foi merecido o globo de ouro que ganhou em 2010 pela sua interpretação em SOA.
Tenho que fazer uma menção honrosa ao actor Kim Coates – o “Tig” – uma personagem cómica e sexualmente conturbada – que imprime ao enredo momentos deliciosos.
É uma série cheia de motas, de acção, de tribos urbanas cheias de “telhados de vidro”. Com uma excelente banda sonora. Com um leque de personagens secundárias fabulosas e na última season, com um toque de génio, ao juntar-se ao enredo uma ligação criminal ao IRA.

Para mim: uma série de referência. Charming está no meu coração...

28/04/2011

Thor (2011) by Sofia

Como gosto quando a palavra MARVEL é a primeira coisa que vejo na tela do cinema.


As expectativas estavam elevadas - apesar de Thor não ser o meu "herói" favorito, sempre simpatizei com a sua arrogância.
Fui para o cinema preparada para o pior, mas afinal de contas - gostei. É claro que não é um Watchmen, não é um 300, nem muito menos um The Dark Night, mas é um agradável Thor.
Um bom inicio narrativo, bons cenários (sim... muito computorizados) . Dispensava totalmente o uso exagerado de tentativas de cunho humorístico e dispensava - sem margem de dúvida - o filme em 3D - não só porque os efeitos em três dimensões não são assim tão brutais e sobretudo porque os óculos me fazem doer a cabeça...

Espero não ter sido muito relevadora...

P.S.: a menção a Tony Stark é feita... upsssssss escapou-me ;)

Limitless (2011)

Gosto quando sou surpreendida pela positiva.



Temos um Bradley Cooper num registo diferente - mas sempre com a pitada de humor em q.b., uns planos filmados de forma muito interessante, um fim um tanto ou quanto apressado e uma vontade imensa de sair do cinema e ir comprar uma dose de "smart drugs"