A série sucesso do Canal de História está quase de regresso para a sua segunda temporada. A 7 de Fevereiro regressam as aventuras de Ragnar, Lagertha, Rollo e Floki.
20/01/2014
16/01/2014
Óscars 2014 | Nomeados
Melhor Filme
- “12 Years a Slave”
- “American Hustle”
- “Captain Phillips”
- “Dallas Buyers Club”
- “Gravity”
- “Her”
- “Nebraska”
- “Philomena”
- “The Wolf of Wall Street”
- David O. Russell, “American Hustle”
- Alfonso Cuaron, “Gravity”
- Alexander Payne, “Nebraska”
- Steve McQueen, “12 Years a Slave”
- Martin Scorsese, “The Wolf of Wall Street”
- Christian Bale, “American Hustle”
- Bruce Dern, “Nebraska”
- Leonardo DiCaprio, “The Wolf of Wall Street”
- Chiwetel Ejiofor, “12 Years a Slave”
- Matthew McConaughey, “Dallas Buyers Club”
- Amy Adams, “American Hustle”
- Cate Blanchett, “Blue Jasmine”
- Sandra Bullock, “Gravity”
- Judi Dench, “Philomena”
- Meryl Streep, “August: Osage County”
- Barkhad Abdi, “Captain Phillips”
- Bradley Cooper, “American Hustle”
- Michael Fassbender, “12 Years a Slave”
- Jonah Hill, “The Wolf of Wall Street”
- Jared Leto, “Dallas Buyers Club”
- Lupita Nyong’o, “12 Years a Slave”
- Jennifer Lawrence, “American Hustle”
- June Squibb, “Nebraska”
- Julia Roberts, “August: Osage County”
- Sally Hawkins, “Blue Jasmine”
- “American Hustle”
- “Blue Jasmine”
- “Her”
- “Nebraska”
- “Dallas Buyers Club”
- “Before Midnight”
- “Captain Phillips”
- “Philomena”
- “12 Years a Slave”
- “The Wolf of Wall Street”
- “The Croods”
- “Despicable Me 2”
- “Ernest & Celestine”
- “Frozen”
- “The Wind Rises”
- “The Broken Circle Breakdown”. Bélgica
- “The Great Beauty”. Itália
- “The Hunt”. Dinamarca
- “The Missing Picture”. Cambodja
- “Omar”. Palestina
- “The Act of Killing”. Joshua Oppenheimer e Signe Byrge Sørensen
- “Cutie and the Boxer”. Zachary Heinzerling e Lydia Dean Pilcher
- “Dirty Wars”. Richard Rowley e Jeremy Scahill
- “The Square”. Jehane Noujaim e Karim Amer
- “20 Feet from Stardom”. Nomeados a anunciar
- American Hustle”. Design de Produção: Judy Becker; Decoração de Cenários: Heather Loeffler
- “Gravity”. Design de Produção: Andy Nicholson; Decoração de Cenários: Rosie Goodwin and Joanne Woollard
- “The Great Gatsby”. Design de Produção: Catherine Martin; Decoração de Cenários: Beverley Dunn
- “Her”. Design de Produção: K.K. Barrett; Decoração de Cenários: Gene Serdena
- “12 Years a Slave”. Design de Produção: Adam Stockhausen; Decoração de Cenários: Alice Baker
- “The Grandmaster”
- “Gravity”
- “Inside Llewyn Davis”
- “Nebraska”
- “Prisoners”
- Michael Wilkinson, “American Hustle”
- William Chang Suk Ping, “The Grandmaster”
- Catherine Martin, “The Great Gatsby”
- Michael O’Connor, “The Invisible Woman”
- Patricia Norris, “12 Years a Slave”
- “American Hustle” Jay Cassidy, Crispin Struthers e Alan Baumgarten
- “Captain Phillips” Christopher Rouse
- “Dallas Buyers Club” John Mac McMurphy e Martin Pensa
- “Gravity” Alfonso Cuarón e Mark Sanger
- “12 Years a Slave” Joe Walker
- “Dallas Buyers Club” Adruitha Lee e Robin Mathews
- “Jackass Presents: Bad Grandpa” Stephen Prouty
- “The Lone Ranger” Joel Harlow e Gloria Pasqua-Casny
- John Williams, “The Book Thief”
- Steven Price, “Gravity”
- William Butler and Owen Pallett, “Her”
- Alexandre Desplat, “Philomena”
- Thomas Newman, “Saving Mr. Banks”
- “Alone Yet Not Alone” | “Alone Yet Not Alone”. Música de Bruce Broughton; Letra de Dennis Spiegel
- “Happy” | “Despicable Me 2”. Música e Letra de Pharrell Williams
- “Let It Go” |“Frozen”. Música e Letra de Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez
- “The Moon Song” | “Her”. Música de Karen O; Letra de Karen O e Spike Jonze
- “Ordinary Love” | “Mandela: Long Walk to Freedom”. Música de Paul Hewson, Dave Evans, Adam Clayton e Larry Mullen; Letra de Paul Hewson
- “All Is Lost”. Steve Boeddeker e Richard Hymns
- “Captain Phillips”. Oliver Tarney
- “Gravity”. Glenn Freemantle
- “The Hobbit: The Desolation of Smaug”. Brent Burge
- “Lone Survivor”. Wylie Stateman
- “Captain Phillips”. Chris Burdon, Mark Taylor, Mike Prestwood Smith e Chris Munro
- “Gravity”. Skip Lievsay, Niv Adiri, Christopher Benstead e Chris Munro
- “The Hobbit: The Desolation of Smaug”. Christopher Boyes, Michael Hedges, Michael Semanick e Tony Johnson
- “Inside Llewyn Davis”. Skip Lievsay, Greg Orloff e Peter F. Kurland
- “Lone Survivor”. Andy Koyama, Beau Borders e David Brownlow
- “Gravity”. Tim Webber, Chris Lawrence, Dave Shirk e Neil Corbould
- “The Hobbit: The Desolation of Smaug”. Joe Letteri, Eric Saindon, David Clayton e Eric Reynolds
- “Iron Man 3”. Christopher Townsend, Guy Williams, Erik Nash e Dan Sudick
- “The Lone Ranger”. Tim Alexander, Gary Brozenich, Edson Williams e John Frazier
- “Star Trek Into Darkness”. Roger Guyett, Patrick Tubach, Ben Grossmann e Burt Dalton
- “Feral”. Daniel Sousa and Dan Golden
- “Get a Horse!”. Lauren MacMullan and Dorothy McKim
- “Mr. Hublot”. Laurent Witz and Alexandre Espigares
- “Possessions”. Shuhei Morita
- “Room on the Broom”. Max Lang and Jan Lachauer
- “Aquel No Era Yo (That Wasn’t Me)”. Esteban Crespo
- “Avant Que De Tout Perdre (Just before Losing Everything)”. Xavier Legrand e Alexandre Gavras
- “Helium”. Anders Walter e Kim Magnusson
- “Pitääkö Mun Kaikki Hoitaa? (Do I Have to Take Care of Everything?)”. Selma Vilhunen e Kirsikka Saari
- “The Voorman Problem”. Mark Gill e Baldwin Li
- “CaveDigger”. Jeffrey Karoff
- “Facing Fear”. Jason Cohen
- “Karama Has No Walls”. Sara Ishaq
- “The Lady in Number 6: Music Saved My Life”. Malcolm Clarke e Nicholas Reed
- “Prison Terminal: The Last Days of Private Jack Hall”. Edgar Barens
15/01/2014
Opinião | 12 Years a Slave | Steve McQueen. 2013
Título em Portugal: 12 Anos Escravo
Data de estreia: 02.01.2014
“McQueen doesn't go in for a lot of flash edits or self-conscious visual flourishes to put viewers at ease; rather, he invites the audience to sit with him as he gazes, amazed, at man's inhumanity to man…” Ann Hornaday, Washington Post
“A harrowing, unforgettable drama that doesn't look away from the reality of slavery and, in so doing, helps us all fully, truly confront it.” Joe Neumaier , New York Daily News
“The genius of "12 Years a Slave" is its insistence on banal evil, and on terror, that seeped into souls, bound bodies and reaped an enduring, terrible price.” Manohla Dargis, New York Times
Assente numa história verídica, Steve McQueen, em 12 Years A Slave, conta a incrível história de Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor) – um preto, músico e homem livre de Saratoga, Nova York, que é raptado e vendido como escravo em Louisiana. Depois de drogado e já bem longe da família, Solomon é vendido como escravo no Sul. Recebe o nome de Platt e, como se se tratasse de um objecto, circula de mão em mão, até que se torna propriedade de um malévolo, cruel e alcoólico homem chamado Edwin Epps, interpretado por Michael Fassbender.
12 Years a Slave é a história de um homem que mesmo exposto à miséria humana, mesmo assistindo à morte e maus tratos dos seus companheiros de trabalho, tudo faz por sobreviver. Platt percebeu que a única forma de sobreviver era cooperando. O escravo faz de tudo para alcançar a liberdade (que era sua por direito), mesmo confiando erradamente em quem não devia. Solomon consegue a ajuda inesperada de um homem chamado Bass (Brad Pitt) que, não concordando com a escravatura, acredita nele e salva a sua vida, restituindo-lhe a liberdade. Ao longo dos 12 terríficos anos, o músico Solomon Northup tentou a todo o custo sobreviver, mas, sobretudo, lutou por permanecer sempre digno.
McQueen é fiel à sua cinematografia. Tal como em Hunger e Shame, 12 Years a Slave é um filme escuro, cru, incómodo e por vezes difícil de ver. Muitos são aqueles que acham que a violência do filme é exagerada e despropositada. Tenho para mim que muito provavelmente serão os mesmos que apontaram o dedo à flagelação de Jesus Cristo em The Passion of the Christ de Mel Gibson. No entanto e a meu ver, em ambos os filmes, toda a violência que foi mostrada é ainda pouca para demonstrar a violência física e psicológica dos acontecimentos históricos e bem reais que retratam. 12 Years a Slave foi extraordinariamente bem filmado e editado, o filme balanceia entre momentos tristes e violentos, com momentos de algum relaxe e até de ligeiro humor.
O realizador escolheu um elenco de luxo, sendo que muitos permanecem em cena pouquíssimo tempo, mas nem por isso são menos importantes. Brad Pitt e Paul Giamatti aparecem por breves minutos, mas as suas prestações são importantes, tal como Paul Dano, que é como sempre eficaz. Benedict Cumberbatch interpreta um fazendeiro e mercador de escravos, consciente e bom homem, mas muito mal rodeado de capatazes brancos. No entanto, nem a poderosa voz de Cumberbatch o salva da ofuscação causada pela magistral interpretação de Michael Fassbender. O actor dota a personagem de emoções, sentimentos e acções, que são todas transmitidas ao espectador. Edwin Epps é o último proprietário de Solomon. Mau, vil, preenche o filme com um sentimento de medo tal que até os espectadores se sentem incomodados. A sua mulher, a Sra Epps, interpretada por Sarah Paulson, é igualmente miserável.
Lupita Nyong'o tem um papel impressionante. Escrava, violada e torturada, é a protagonista de uma das cenas mais intensas do filme. É o epicentro emocional do filme. No entanto, a verdadeira estrela do filme é Chiwetel Ejiofor. Solomon é inesquecível. McQueen e o argumentista John Ridley criaram uma personagem sem truques ou artifícios, uma personagem genuína, comovente, emotiva e emocionante.
A banda sonora de Hans Zimmer não pode ser ignorada. Enriquece o filme com cada som, acorde e em todas as mudanças de tom. Também a fotografia de Sean Bobbit é portentosa.
É certo que o contar da História, sobretudo o recriar partes da História que incomodam muita gente, não é fácil de gerir ou de absorver. O filme relembra um delicado passado próximo dos Estados Unidos da América. Ou melhor, um “passado” que em 2013 ainda vingava no Mississípi. Este Estado, só no dia 7 de Fevereiro de 2013 aboliu oficialmente a escravidão. É um filme que - quase aposto - a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas adoraria ignorar. Se o fizer, peca. O filme é um retrato triste e sensível de um escravo, mas não se limita a ser um filme sobre escravidão. Steve McQueen mostra um outro lado da escravidão. O realizador aumenta o alcance e mostra o negócio da escravidão, mas também tenta mostrar que muitos lutaram contra este desrespeito pela vida humana. Estratificação social, maldade humana e dilemas morais são expostos de forma crua e fria, sem meios caminhos ou mensagens subentendidas. 12 Years a Slave é inesquecível, por vários motivos. Espero sinceramente que a Academia concorde e não o ignore.
Nota:
Black Sails | STARZ
Criada por Jon Steinberg e Robert Levine estreia no dia 25 de Janeiro. No leque de produtores executivos estão nomes como Michael Bay, Brad Fuller e Andrew Form.
Foi pensado e escrito como sendo uma prequela do romance de Robert Louis Stevenson intitulado "Treasure Island".
Depois da boa recepção na San Diego Comic-Con, a segunda temporada já está garantida.
O tema central? Piratas...
14/01/2014
Os 10 Mandamentos | Na televisão
O canal de televisão (pago) WGN America pretende reunir uma equipa galáctica de realizadores para a mini-série "Os 10 Mandamentos". A Weinstein Company será a produtora e pretende que cada episódio seja da competência de realizadores diferentes.
Estão já confirmados Gus Van Sant, Lee Daniels, Jim Sheridan, Wes Craven e Michael Cera. O objectivo do canal é que a série tenha 10 episódios e que cada um ilustre um Mandamento através de parábolas diferentes.
Além deste projecto, o Canal WGN vai estrear em Abril uma drama sobrenatural intitulado "Salem" - sobre a caça às bruxas no século XVII.
10/01/2014
Miu Miu | Campanha Primavera 2014
Depois de Hailee Steinfeld, de Kirsten Dunst, de Adele Exarchopoulos e Léa Seydoux, entre outras, a Miu Miu voltou a juntar celebridades numa campanha. Desta vez Elle Fanning, Elizabeth Olsen, Lupita Nyong'o e Bella Heathcote foram fotografadas por Inez Van Lamsweerde & Vinoodh Matadin.
Opinião | Gravity | Alfonso Cuarón. 2013
Título em Portugal: Gravidade
Data de estreia: 10.10.2013
Data de estreia: 10.10.2013
A Dra. Ryan Stone (Sandra Bullock) é uma engenheira médica que parte para a sua primeira missão espacial. O responsável pela missão é o experiente astronauta Matt Kowalsky (George Clooney). A equipa tem como objectivo reparar um telescópio. Mas, durante a intervenção mecânica e com alguns dos astronautas fora da nave, ocorre uma tempestade de lixo espacial. A estação é destruída e os sobreviventes reduzidos a dois. Stone e Kowalsky ficam perdidos no espaço, sem oxigénio e sem comunicação com a Terra. Só um sobrevive. Realizado por Alfonso Cuarón, Gravity é um filme 3D de ficção científica, drama e suspense, sobre auto-controlo, sobrevivência e superação.
Tendo
em conta a estrondosa crítica que o filme de Cuarón tem tido, e olhando para a “chuva”
de nomeações que tem recebido para alguns dos prémios mais conceituados da indústria
cinematográfica, ver este filme era quase uma responsabilidade semelhante àquela
que senti quando tive que ler a Utopia de Thomas More pela primeira vez, ou quando
fui de viagem a Roma e soube que ia entrar na Basílica de São Pedro e que ia
ver (ao vivo e a cores) a Pietà de Miguel Ângelo.
Tal
como o histórico livro ou a gloriosa escultura, com Gravity sabemos que estamos
perante uma “obra de Arte” e, antes de vermos, somos invadidos pelo medo de não
gostarmos. Somos assolados pelo pânico de ir contra a corrente. O conhecimento
prévio e a crítica (quase toda positiva) é assustadora e muitas vezes causadora
de tendências em massa.
No
entanto, ao contrário daquilo que senti quando li a Utopia ou do que vivenciei quando
vi a Pietà, os sentimentos que tive ao ver o filme em nada se assemelham à
glória de ler More ou à de ver um mármore transformado em diamante. Mas, a culpa,
não é do filme, é minha.
Em
primeiro lugar, porque não sou fã de ficção-científica, em segundo, porque
tenho algum pânico em ver filmes que se passam em sítios claustrofóbicos - barcos,
comboios, aviões e afins. Mas, existe ainda outro problema. A minha não crença
em alguns detalhes científicos que a história do filme nos conta. Sentimentos
semelhantes ao que senti quando vi Prometheus. A irrealidade da história não permite
maravilhar-me por inteiro com o filme, com os cenários e até com as
interpretações. No entanto, e tal como no filme de Ridley Scott, este Gravity de
Alfonso Cuarón é um orgasmo visual. E isso é inegável, até para os mais
descrentes.
E no
lado das coisas menos positivas (sim, só para a minha estranha pessoa) está
ainda Sandra Bullock. Percebo-a, mas não seria a minha escolha. Percebo que Bullock
é capaz de dotar a narrativa com pontos de alívio e até, em certa parte,
cómicos, mas a actriz não é física. É certo que George Clooney também não o é,
mas este aspecto não é tão sentido no filme. Clooney consegue ser igual a ele próprio,
mas no espaço. Tem o sentido de humor certo nos momentos certos. É o personagem
de alívio no pesado argumento do filme – chegava um personagem a mandar piadas.
Tenho para mim que, Marion Cotillard, Rachel Weisz ou Naomi Watts tinham sido
melhores opções.
Tirando
estas minhas embirrações, os 90 minutos de Gravity são um deleite visual,
dotados de um sensacional e avassalador sentimento de pânico, de sufoco e -
quase em sentido inverso – são 90 minutos de uma história simples, solitária, de
meditação (ao som da estrondosa banda sonora criada por Steven Price) e de
sobrevivência.
É
possível arriscar a divagação e argumentar que este filme pode ser considerado um
estudo sobre o lugar do Homem no Universo. Muitos escreveram que é uma chamada
de atenção sobre o enfrentar de “um ente superior”. Uma análise às nossas
vidas, à nossa vida perante a sociedade, às nossas derrotas e conquistas e sobre
a certeza de que os nossos problemas muitas vezes não são tão grandes como
parecem ser. A personagem Ryan Stone, no silêncio do Espaço, celebra a
insignificância do humano, mas também a celebração da vida humana. Cabe a cada
um de nós encontrar a significância da nossa própria vida.
Mas,
no meio de tanta filosofia, poesia e até de fé, no meio de grandiosos detalhes
artísticos, considero que a falta de seriedade dota o filme de um buraco negro
que facilmente pode resvalar em abismo – sobretudo quando o espectador voltar a
ver o filme no sofá e não em IMAX ou 3D.
Termino,
relembrando as eternas palavras de Galileu Galilei:
“À ciência cabe dizer como vai o céu, e à religião como se vai ao céu.”
Nota:
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