18/04/2014

Léa Seydoux | Candy Florale by PRADA





A actriz francesa Léa Seydoux foi mais uma vez escolhida pela PRADA para uma campanha. Desta vez é a estrela do novo perfume "Candy Florale". Fotografada e dirigida por Steven Meisel, a actriz de La Vie d'Adèle interpreta o papel da sedutora Candy. 

Esta é a terceira fragrância da colecção Candy. O perfume original foi lançado em 2011, seguido de Candy L’Eau em 2013 (que também contou com Léa e cujo anúncio foi realizado por Wes Anderson e Roman Coppola). Todos os perfumes foram criados pela perfumista Daniela Andrier. 





20 minutos com Michael Fassbender, Hugh Jackman e James McAvoy









Os três actores juntaram-se para uma espécie de "quiz" sobre "X-Men: Days of Future Past". 

Que cromos!






16/04/2014

Tilda Swinton | New York Magazine

Tilda Swinton foi fotografada por Norman Jean Roy para a New York Magazine edição de 7 Abril de 2014. Como sempre, brilhante. 





15/04/2014

Chris Pine | Armani Code. 2014





#UnforgettableCodes de Giorgio Armani tem o actor de Star Trek - Chris Pine - como protagonista de uma champanha elegante e sedutora. Pine é acompanhado pela modelo Larissa Hofmann e o vídeo foi realizado por Andrew Dominik.
A música é Barker de Romain Auzemery.

09/04/2014

Game of Thrones | Um remix contemporâneo

E se as Casas Dinásticas de Game of Thrones fossem reinventadas como marcas modernas? 










Automobile Waltz | Anton Yelchin para a Kenzo


O actor Anton Yelchin e a modelo americana Lydia Hearst são os protagonistas de uma curta para a Kenzo. O propósito é a celebração da colecção Primavera/Verão 2014. Realizado por Hala Matar, o vídeo é inspirado na Califórnia de 1960.


08/04/2014

Opinião | Fruitvale Station | Ryan Coogler. 2013

Título em Portugal: Fruitvale Station: A Última Paragem
Data de estreia: 30.01.2014





















Oscar Grant III  foi morto a tiro por Johannes Mehserle - um agente da BART (Bay Area Rapid Transit Police Department) - a 31 de Dezembro de 2008 / 1 de Janeiro de 2009 na estação de Fruitvale em Oakland. Esta morte foi registada por múltiplas câmaras e telemóveis e teve repercussões várias e inéditas na história recente dos EUA. Pelo mediatismo que o crime teve, pela justiça ou ausência dela, ou simplesmente porque permitiu que casos como o (mais recente) de Trayvon Martin - lembrassem à Democracia criadora da Décima Terceira Emenda da Constituição, que ainda há muito a fazer no que diz respeito à liberdade, à igualdade e aos direitos entre raças ou etnias. Um documento escrito continua a não ser suficiente para substituir chicotes.

Fruitvale Station é o primeiro filme de Ryan Coogler e retrata as últimas horas de vida de Oscar Grant III. A história do jovem de 22 anos está documentada e a morte foi filmada em directo. Coogler com plena consciência do mediatismo que este episódio teve, anuncia logo nos primeiros minutos do filme que vai abordar a morte de Grant. O realizador faz igualmente uma ode ao uso das tecnologias - que neste caso - foram determinantes como testemunhas principais de um crime.





















Oscar Grant é muito bem interpretado por Michael B. Jordan, um jovem e promissor actor, que há muito anuncia o seu talento. Os seus papéis em séries como The Wire ou Friday Night Lights são prova máxima disso.
Durante 90 minutos assistimos à sobrevivência de alguém que já esteve preso e que luta por ter uma vida calma, séria, trabalhadora e sobretudo alguém que luta pela protecção e futuro da filha. Mas apesar desta tentativa de redenção pessoal, Óscar continua a ser problemático e ao seu lado a lado continuam a circular drogas e crimes e sobretudo o seu passado. 

Ryan Coogler não fez um drama vulgar, o realizador quase fez um documentário. Emoção é a palavra chave para descrever este filme. Sabemos como a "história" vai acabar, mas ao mesmo tempo, desejamos que Oscar consiga levar uma vida melhor, criamos empatia com a namorada e com a mãe e tememos pelo futuro da filha. 

Fruitvale Station é um filme sólido, com um excelente ritmo e muito bem editado. Dotado de uma fotografia exemplar e recheado por uma edição de som e banda sonora, pensadas ao detalhe. Nota-se claramente que o realizador investigou bem o caso e curiosamente não demoniza o polícia. A dúvida da culpa ou premonição do crime fica a pairar no ar. Fruitvale Station é a reconstituição de um evento verídico que não devia ter acontecido. É a montra de uma tragédia americana contemporânea e verídica. Facto este que o torna uma declaração cinematográfica que aborda questões para as quais existem poucas ou quase nenhumas respostas. Respostas que foram registadas através das novas tecnologias, mas perante as quais a Deusa insiste em manter os olhos vendados.



Nota: