Heróis, super-heróis, deuses, semideuses, mutantes e afins. Ultimamente o mundo do Cinema está cheio de personagens oriundas dos universos criados pela DC e pela Marvel. Alguns projectos são bem sucedidos, outros são verdadeiros tiros no pé. Neste tipo de filmes, os fãs, os simpatizantes e aqueles que abominam todo o tipo de adaptação da BD à Sétima Arte não podem nem devem esperar argumentos intensos, devem esperar filmes de acção, que distraiam e que por cerca de duas horas, divirtam.
A DC não anda nos seus melhores dias e com a sua última aposta,
Justice League, prova que grandes elencos não fazem bons filmes. O filme é sofrível do principio ao fim, falta de empatia entre personagens, argumento fraquíssimo, história básica e efeitos especiais muito pouco competente (sim! a questão do bigode de
Henry Cavill). A Marvel tem conseguido superar algumas provas e isso é alcançado porque têm tido a habilidade de fazer bons
castings, construir bons elencos e tem tido no humor, a sua arma chave.
Mas, este texto, pretende ter Black Panther é o tema central, e que belo e bonito tema é. Com este novo capítulo, a Marvel superou muitas provas e arriscou ao fazer uma ode a África.